Colorização de uma capa

Acho que eu já disse em algum lugar, talvez aqui mesmo, que gosto realmente de fazer quadrinhos institucionais. Esse desenho foi para ilustrar a capa de um do mais recentes que fizemos no estúdio, mas não foi totalmente aproveitado. Na capa que foi impressa, houve uma modificação na personagem feminina e o cenário que desenhei foi apagado, ficando a arte sem fundo. Mas eu gosto desse desenho, e tive vontade de colorir essa capa (a que foi impressa não fui eu que colori), usando o desenho original que fiz. Olha aí como ficou. 🙂 Continuar lendo Colorização de uma capa

O Pinterest e o Slane

De tempos em tempos o Pinterest me manda notificações para mostrar quais foram os meus pins mais salvos pelo povo da internet, e adivinhe só. A figura que está sempre presente nessas notificações é o Slane! Mais especificamente, o PDF com a HQ dele.   O tempo passa, o tempo voa, a poupança Bamerindus já se foi numa boa, e o Slane segue firme e forte, não importa o quanto eu o ignore hoje em dia.   O Tony Fernandes, meu editor na época em que o Slane foi publicado, me dizia que os leitores gostavam do personagem “porque ele … Continuar lendo O Pinterest e o Slane

Valentina

Essa é a Valentina. Tenho uma história de amor à primeira vista com ela. Que não sei se é correspondido, mas eu gosto de pensar que é. 🙂 Valentina chegou aqui do nada, numa tarde. Achei ela tão graciosa e com um miado tão lindo que me apaixonei imediatamente. Comecei a alimentá-la todos os dias e ela passou a viver um bom tempo aqui em casa. Depois que a castramos, ela voltou a viver na rua, num terreno aqui do lado. Nunca mais quis voltar pra casa. Ainda assim, sempre a vejo durante o dia. Principalmente de manhãzinha e à … Continuar lendo Valentina

Estou correndo aqui com os trabalhos, mas arranjei uma brecha para fazer esse sketch do Zé. Eu precisava fazer! O Zé é o cachorro da minha vizinha. Não tem raça definida, muito menos pedigree. E nem precisa, porque o Zé é o Zé. Cachorrinho único, sem similar no mundo. Nunca vi cachorro mais dócil e companheiro, de olhar manso, fiel, e triste. Que de triste não tinha nada, era só um engano provocado pelas manchinhas escuras em seus olhos. Zé é todo feito de alegria, e era impossível andar na rua na companhia dele – e ele sempre me acompanhava … Continuar lendo