Como se não fosse o bastante termos perdido este ano o Moebius, agora perdemos também o mestre Joe Kubert.

Não me lembro de alguma vez ter lido algum gibi de super-herói desenhado por ele. Meu contato com o trabalho do Kubert foi com as histórias de guerra do Sargento Rock, publicadas pela EBAL, e as HQs do Tarzan. De histórias com ele envolvendo super-heróis só lembro de uma, que até hoje me faz rir: o Ricardo Giassetti me contou uma vez que o Kubert tirava sarro de seus próprios filhos, Andy e Adam, que desenhavam (e ainda desenham) HQs de super-heróis, dizendo que “eles deviam fazer histórias em quadrinhos de homem”.

Enfim, Joe Kubert vai embora desse mundo deixando HQs memoráveis, um legado gigantesco, e uma escola de arte onde qualquer desenhista de quadrinhos sério gostaria de estudar.

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